terça-feira, 25 de novembro de 2014

 Gente, vamos deixar um pouco a net de lado e ser feliz,vamos conversar como antigamente um pouquinho só...olho no olho,o que acham? Vamos jogar "baleo" ,futebol, apostar corrida,brincar de pega-pega , se movimentar , isto é esporte com lazer.





 O que vocês acham dessa evolução que não permite ver as espressoes no rosto um dos  outros?


Então deixem aqui seus comentarios e vamos dicutir e os beneficios e  maleficios da net em nossa vidas?
Esporte, Lazer e Sociedade

O aumento do tempo livre, o conhecimento do corpo, o desenvolvimento da industria cultural, as possibilidades de entretenimento, enfim, muitos são os motivos que justificam a ampla abordagem do tema lazer neste período histórico. O desenvolvimento do seu conceito, a compreensão da sua necessidade social, a preocupação em implementar políticas públicas são marcos conceituais básicos que sustentam a transformação do sentido esporte de auto-rendimento em esporte de lazer.
A importância do lazer e do esporte do lazer fez com que o setor privado investisse em outros ambientes como os parques temáticos. A exigência social alertou o setor público, principalmente as secretarias de esporte e lazer, para ampliação, construção e animação dos parques, ruas de lazer e clubes públicos, ações que tiveram seu início com o movimento “Esporte para Todos”. Sem entrar no mérito da utilização política militarista, foi um momento que se difundiu os ideais de esporte de lazer. Na história do esporte, vínhamos renascendo do obscurantismo corporal, a exemplo de outros países em processo de industrialização. A máquina do progresso criou atalhos para a economia, que incluiu o esporte da sociedade. Mecanismos legais foram criados sem ganhar importância devida, na tentativa de estabelecer retomadas de rumo.
O esporte de lazer promove a participação de todos os setores e se preocupa com a acessibilidade e inclusão. Por isso os equipamentos são diferenciados; as tabelas de basquete maleáveis; as quadras não precisam de linhas rígidas; os espaços amplos; o acesso ilimitado; a participação generalista e a participação multipessoal. O esporte de lazer não precisa de estádios, de locais fechados, ou mesmo equipamentos de última geração que só os iniciados conseguem utilizar. O esporte de lazer exige equipamentos amplos que possam ser aproveitados por diversas faixas etárias, tipos de pessoas e jogos. Os equipamentos devem atender amplas necessidades não ficando somente "preso" a uma modalidade (DIECKERT, 1984).


Galerinha agora vamos discutir  uma questão aqui,
postem seus comentarios :

Qual os beneficios que o esporte com  lazer traz  para a sociedade?

Poder da Mídia no esporte

O avanço tecnológico da mídia e conseqüentemente dos meios de comunicação trouxeram conseqüências não muito boas para a sociedade pós – moderna. A industrialização e comercialização capitalista por parte da mídia do lazer, do tempo livre, da saúde e conseqüentemente do esporte fizeram uma reversão do entendimento esclarecido destes aspectos, que são de suma importância para toda a sociedade. O poder ideológico que a mídia ganha diariamente lhe dá o direito de escolher como que a divulgação proceda e com qual interesse comercial seja divulgada tal informação.
    Mas antes de comentarmos sobre a mídia e o esporte temos que entender um pouco sobre o que eles são. O termo mídia segundo Gastaldo (2001) deriva de um termo latino baseado na pronuncia em inglês “media”. Este termo significa no plural em latim “medium”, ou seja, “meio”. Tornou-se “mídia” no senso comum, que quer dizer ainda “meios de comunicação de massa”, ou também “mass media” fazendo uma tradução para o português. A mídia tornou-se um veículo de comunicação que tem como objetivo divulgar de forma massificada inúmeros produtos em larga escala, de forma a atingir um público numeroso e indistinto sem levar em consideração sua individualidade. Podemos citar como mídia a televisão, rádio, jornal, outdoors e etc. Segundo Featherstone citado por Pires (2002) não esta equivocado relacionar o termo mídia aos veículos de comunicação, mas não abrange a totalidade que ela se envolve em nossa sociedade atualmente. Para o autor ela está ainda mergulhada na cultura de consumo e é comandada pelo mercado. Salienta que “mídia é também o conjunto de empresas (e cada uma delas) que produz e mercadoriza informações, entretenimento e publicidade, tripé sobre o qual, de forma interligada, se fundem as suas ações e interesses” (p 34). Neste sentido a função da mídia é oferecer necessidades e padrões de pensamentos que levem ao público o desejo de consumir em grande escala as mercadorias produzidas pela indústria capitalista e pensar que esta forma de ser e de viver é a melhor e única que podemos ter. Aliado a questão da mídia neste trabalho esta o esporte, desta forma tem que esclarecer um pouco mais sobre seu entendimento. A princípio temos que entendê-lo como sendo um dos maiores fenômenos sociais de nosso século. Acreditamos que todo este respaldo esta relacionado com o significado que a mídia lhe dá por ele ser um produto muito bem vendido e lucrativo nos meio de comunicação de massa. Segundo Kunz (1991) o esporte é uma atividade do movimento humano que possui como princípio a sobrepujança e as comparações objetivas. Conforme Bracht citado por Pires (2002) considera o estudo de Allen Gutmann, como sendo a gênese do esporte moderno e identifica sete categorias do esporte: 
  1. secularização, 
  2. igualdade de chances, 
  3. especialização de papeis, 
  4. racionalização, 
  5. burocratização, 
  6. quantificação e 
  7. busca de recordes. 
    Salienta Bracht, que por mais que estes sejam características do esporte de alto rendimento, estas características influenciam outras modalidades de atividades esportivas praticadas no lazer, tempo livre e até na escola. Estas duas abordagens do esporte mostram que o esporte possui critérios comuns para seu entendimento a competitividade e a rígida normatização.
    Ampliando um pouco este entendimento de esporte, Betti citado por Pires (2002) acredita que em função da espetacularização do esporte pela mídia, outras formas de atividades esportivas foram sendo entendidas como esporte, como as atividades físicas relacionadas à saúde, atividades de desafio e de aventura, jogos no computador e outras da cultura de movimento. Temos que entender que estas mudanças estão relacionadas em função da mídia. O esporte neste sentido é um produto que recebe o tratamento necessário para ser comercializado pelos meios de comunicação nas mais variadas formas que forem necessárias, para gerar audiência e conseqüentemente lucro.
    Neste sentido o próprio Betti (2001) afirma que o esporte está na mídia, ou seja, pelo fato de estar na mídia, este esporte se torna o esporte da mídia. Como veremos posteriormente, o autor defende esta questão com base em algumas questões que estão baseados nos interesses da mídia. Acreditamos juntamente com o autor que esta forma de ver e entender o esporte o torna bastante restrito e alienado. Queremos arriscar neste trabalho mostrando algumas questões e críticas que achamos necessárias para ampliar um pouco este entendimento do esporte e tentar de forma bastante tímida avançar no assunto sobre o esporte na mídia, onde o esporte teria um espaço maior e melhor.
Os melhores aplicativos esportivos para Android
Fala galera!

Os aplicativos esportivos para smartphones estão em alta
Este post  faz um paralelo entre tecnologia e esportes. Como o próprio título do post já prevê, listaremos os aplicativos esportivos mais interessantes e úteis para você que possui um smartphone com o sistema operacional Android - o robôzinho do Google.

No caso, a intenção deste post não é falar de jogos que se enquadram na categoria de esportes, embora seja uma boa ideia para um post futuro. Nossa intenção é listar os aplicativos e utilitários de informações, notícias, acompanhamento em tempo real e suporte ao mundo dos esportes, em geral. É bom lembrar também que citaremos apenas aplicativos 100% gratuitos.

Aproveitem e deixem suas dicas e preferências nos comentários aqui do post . Com certeza deve ter muita coisa legal que nós (ainda) não conhecemos.

1) Placar UOL (UOL Inc.)

O primeiro aplicativo que vou citar (e acredito que um dos mais usados) é o Placar UOL. É o aplicativo que eu, particularmente, uso para acompanhar a rodada do Brasileirão em tempo real. E claro, você pode usá-lo para acompanhar todas as competições futebolísticas em tempo real. Os campeonatos nacionais de cada país, eliminatórias, amistosos, copas, etc. Além da classificação e dos resultados, ele também traz as escalações, lances (narração em alguns jogos) e os eventos (gol, cartões, substituições) de cada jogo.

2) NFL Mobile (NFL Enterprises LLC)

Para você que curte futebol americano, é obrigatório baixar o aplicativo oficial da NFL, o NFL Mobile. Nele, fique por dentro de todas as notícias, resultados, estatísticas, próximos jogos e muito mais. E tudo com um detalhamento impressionante. Muito útil também para acompanhar em tempo real os jogos (real mesmo, segundo a segundo). Outra funcionalidade interessante é poder escolher o "time do coração", para ter notícias, informações e notificações personalizadas.

3) NBA Game Time (NBA Properties Inc.)

Na mesma linha do NFL Mobile, o NBA Game Time faz todo o acompanhamento (inclusive em tempo real) das partidas da NBA. É o aplicativo oficial e traz muitas informações sobre os jogos, notícias, resultados e estatísticas.

4) UFC TV (UFC)

Este aplicativo te deixa atualizado de tudo o que acontece no mundo do UFC. Além de notícias, resultados e próximas lutas, o aplicativo conta com uma variedade de imagens e vídeos, para que você não perca nenhum nocaute ou finalização.

5) Cartola FC

Joga cartola? Então este aplicativo é mais do que obrigatório no seu smartphone. Nele, além de acompanhar as ligas, pontuações e próximos jogos, você ainda pode montar seu time para a próxima rodada, na palma da sua mão. É muito útil para quando você está longe do seu computador ou não dispõe de tempo suficiente.

6) ESPN ScoreCenter (ESPN)

Neste aplicativo (oficial da ESPN), você pode conferir resultados, notícias, classificação e próximos jogos. Entre os esportes que você pode acompanhar estão as principais ligas de futebol, NFL, NBA e F1. O aplicativo é útil pois você pode acompanhar tudo em um só lugar, ao invés de ter que baixar e executar vários aplicativos com frequência.

7) Aplicativo do seu time do coração

 A 7ª e última dica não é de um aplicativo específico, mas sim de um grupo de aplicativos que o SporTV fez para o seu time. Basta buscar pelo nome do seu time + Sportv, por exemplo: "Vasco Sportv", "Flamengo Sportv", "Cruzeiro Sportv" e baixar o aplicativo feito para o acompanhamento do seu time. Nele, além das notícias atualizadas do seu time, você poderá acompanhar os relatórios dos jogos, próximas partidas, classificações, interação nas redes sociais, etc.

Outros aplicativos esportivos (pagos e gratuitos) podem ser encontrados diretamente na categoria de Esportes, lá dentro do site do Google Play.

Fica a dica.
Aqui  você encontra notícias  sobre tudo que está  relacionado a esportes no Brasil e no mundo :




vale a pena da uma conferida.




http://www.superesportes.com.br/







quarta-feira, 19 de novembro de 2014

O Esporte e a Mídia





O avanço tecnológico da mídia e conseqüentemente dos meios de comunicação
trouxeram conseqüências não muito boas para a sociedade pós – moderna. A
industrialização e comercialização capitalista por parte da mídia do lazer,
do tempo livre, da saúde e conseqüentemente do esporte fizeram uma reversão
do entendimento esclarecido destes aspectos, que são de suma importância para
toda a sociedade. O poder ideológico que a mídia ganha diariamente lhe dá o
direito de escolher como que a divulgação proceda e com qual interesse
comercial seja divulgada tal nformação.


A influência da mídia no esporte


Ilusão em massa: o papel da mídia no esporte

Ilusão em massa: o papel da mídia no esporte

 


Mesmo sabendo que não se pode estudar o esporte, enquanto fenômeno sócio-cultural, isoladamente, sem levar em conta os fatores econômicos, políticos e sociais que o influenciam, o objetivo é tentar estudar, principalmente, esse fenômeno e sua relação com a mídia, conseqüentemente, sua relação com o sistema econômico vigente, o Capitalismo.
    “Os programas esportivos são hoje, no mercado televisivo, um aliado das redes de televisão, fator importante na audiência das emissoras. Observa-se, então, um crescimento na divulgação desses programas em todo o mundo, principalmente pelo esporte espetáculo” (DURÃES; FERES NETO, 2004).
    A mídia atua na formação e disseminação da visão do esporte que é passada atualmente para a sociedade: o esporte como espetáculo, como possibilidade de ascensão sócio-econômica (entenda-se melhoria da qualidade financeira e status social), como mercadoria e consumo.
    A mídia vai atuar, de forma decisiva e importante, como principal alicerce do sistema Capitalista, produzindo e justificando como verdadeira essa idéia de esporte, “(...) já que as mídias [escrita e falada] são atualmente as principais fontes de produção e transmissão de formas simbólicas e construção de sentidos no mundo de hoje” (BETTI, 2004).
    O esporte tem sua manutenção efetivada através da influência da mídia, esta não está envolvida apenas na sua transmissão, mas também na produção, transformação e ressignificação.


A visão de esporte imposta pela mídia

    Atualmente, principalmente em países subdesenvolvidos, as pessoas não dispõem de grandes oportunidades para melhoria da qualidade de vida. Nesse ponto, o principal papel da mídia é mostrar para a sociedade o esporte como uma forma rápida, sem muito esforço e/ou prazerosa da tão sonhada oportunidade de melhoria sócio-econômica.
    A mídia aliena a sociedade ao produzir e divulgar a visão de que as pessoas conseguirão “salvação” através do esporte, ao procurar inocular que o esporte é um fator de mudança social, (...) “o sistema [“Globo-Record-Band”] de mídia têm como função basilar a criação de uma geração composta de gente passiva, gente que não pensa ou que pensa uma realidade que não é a sua realidade” (FREITAS, 1991, p. 36).
    À medida que a mídia vai promovendo mais e mais a repetição deste pensamento, a sociedade vai aceitando e encarando-o como verdadeiro. “Para tanto, a indústria midiática contribui decisivamente, pela força do apelo imagético e por seu efeito multiplicador, para que estas interpretações se tornem ‘familiares’ e sejam incorporadas à cultura esportiva” (PIRES, 2005, p. 115).
    Por sua vez, o Capitalismo impõe que as pessoas estejam sempre buscando a melhoria de sua situação financeira. Sendo assim, o papel da mídia é mostrar e idolatrar alguns pouquíssimos atletas que conseguem obter sucesso através do esporte e fazer com que estes passem a servir como modelos para outros milhões de pessoas que tentarão em vão este mesmo sucesso.
    Senão vejamos, pegando como exemplo o futebol brasileiro. Quantos jogadores existem atuando profissionalmente nos vários clubes pelo país? Quantos conseguirão jogar em grandes clubes? Quantos conseguirão se tronar famosos e ricos? Quantos conseguirão jogar em clubes europeus ou na seleção brasileira?
    Um fator importante que ocorre para este fenômeno acontecer é o valor pago nas transações (vendas de atletas, salários), principalmente no caso do futebol. São cifras milionárias, muita badalação e propaganda em cima desses jogadores. Este fato faz com que muitas pessoas desejem este sonho, no entanto, estes outros certamente não conseguirão o mesmo sucesso, mas continuarão ilusoriamente tentando. E, pior que isso, a mídia tenta mostrar que todas as pessoas têm possibilidades iguais de conseguir esse sucesso.
    Analisando a afirmativa de Kenski (1995), a autora diz que “o atleta super star é valorizado comercialmente como espaço publicitário por onde podem ser veiculadas as mensagem dos patrocinadores. Divulga-se o campeão e, junto com ele uma imagem símbolo, valorizada socialmente, de saúde, força, poder, [dinheiro, fama], vitória e prestígio”.
    Assim, a mídia, como aliada do Capitalismo, utiliza este atleta campeão como parâmetro de sucesso para a sociedade. As empresas o utilizam para fazer propaganda de seus produtos e aumentar suas vendas. Por sua vez, a população acaba procurando e comprando os produtos anunciados pelo atleta campeão. Não significa que isto não possa ou não deva de forma alguma ser feito, significa que o esporte não pode ser resumido a isso e utilizado apenas pra esse fim, apenas com interesses econômicos.
    Nesse panorama podemos destacar:
    A decisiva influência das mídias (em especial a televisão), no direcionamento de tendências da cultura corporal de movimento, com importantes repercussões para a Educação Física, entendida esta, tanto como área de conhecimento, como de intervenção profissional. São essas tendências: (I) novas esportivações - fenômeno que tende a assimilar diversas formas da cultura corporal de movimento ao modelo do esporte espetáculo; e (II) progressiva clivagem do esporte telespetáculo das demais formas da cultura esportiva, cunhada pelas mídias e pelas grandes corporações econômicas, as quais, cada vez mais, assumem o gerenciamento do esporte como espetáculo televisivo; essa tendência distancia, na sua forma (embora não no seu simbolismo) o esporte telespetáculo do esporte praticado em contextos de lazer, educação e saúde (BETTI, 2004).
    Podemos perceber que atualmente na mídia há uma predominância quase total do “Esporte Rendimento’’ (ou “Esporte Espetáculo”) em detrimento do “Esporte Saúde e/ou Social’’. Pouco se vê reportagens falando sobre os benefícios de determinado esporte para a saúde, ou, raramente se vê alguma reportagem falando sobre algum projeto social esportivo e mostrando os benefícios sociais do esporte, como inclusão, integração, socialização, fuga do mundo da criminalidade...
    Quando algo parecido com isso aparece nos programas esportivos, é alguém que veio de origem humilde e que conseguiu se tornar um bom atleta, um campeão. Assim, fala-se de sua vida sofrida, dos obstáculos vencidos e de como obteve sucesso... Apenas do conto de fadas!
    Nesse caso, a mídia afirma que qualquer pessoa pode ter sucesso através do esporte, inclusive as de origem mais humilde. Isso, sem dúvida, é pura ilusão. Um ou outro conseguem, no universo de milhões. As pessoas não têm chances iguais, principalmente as menos favorecidas economicamente. No entanto, outros inúmeros milhões de pessoas, principalmente estas de origem mais humilde, cultivarão e correrão atrás deste mesmo sonho irrealizável para ver se conseguem deixar a pobreza.
    Para termos uma visão geral da idéia do esporte no mundo capitalista e entender porque isso acontece, analisemos a afirmativa abaixo:
    A mídia televisiva se alia aos outros meios de comunicação para explorar a imagem do sucesso esportivo do momento e consumi-la como mais um produto descartável. Os patrocinadores, por sua vez, investem no sucesso destes programas - e das equipes e jogadores bem sucedidos - para divulgar e vender mais os seus produtos. Os clubes, as equipes, os jogadores e atletas, por sua vez, aproveitam as chances de aparecer diante da grande massa de telespectadores para se tornarem mais conhecidos, mais populares, garantirem patrocínio e auferir maiores lucros, é claro. Aparentemente todos lucram, todos ficam satisfeitos. A ética esportiva alterou-se do ideal de que "o importante é competir...". Transformou-se em um novo ideal em que "tão importante quanto vencer, é ser conhecido, ser famoso, aparecer, lucrar..." (KENSKI, 1995).
    Acrescento ainda que tudo isso seja passado para a população com uma idéia alienante, uma forma de espetáculo e diversão (uma nova política romana do “Pão e Circo”) para tentar amenizar os gravíssimos problemas sociais. Assim, o Capitalismo usa a mídia e o esporte para a criação, disseminação e a manutenção de uma ordem social perversa e excludente.
    Freitas (1994) diz que o sistema televisivo compõe uma trama alienante de grande magnitude, implicitamente trabalhada em aspectos puntiformes da realidade, que são transmitidos como se fosse a própria realidade. Segundo, Sodré (apud FREITAS, 1994), através da mídia o indivíduo pode ser controlado à distância, sem imediatez concreta da força física porque ele próprio se controla graças à interiorização de normas e valores que constituem a moral, os interesses, o modo organizacional da vida capitalista e que são passados através da mídia.
    O espetáculo esportivo, que antes acontecia apenas para o deleite das arquibancadas, foi globalizado. A televisão multiplicou a platéia de milhares para criar a audiência e o mercado de milhões (...). A indústria do esporte cresceu e com ela a qualidade dos eventos e dos equipamentos esportivos. Os espetáculos esportivos estão cada vez mais elaborados, cada vez mais espetaculares e, ao mesmo tempo, mais ajustados ao formato exigido pela mídia. O esporte foi metamorfoseado definitivamente pelo dinheiro. Modificou-se tudo que foi necessário para seu novo formato, desde o ideal até as regras. Uma nova equação foi produzida: espetáculo esportivo mais mídia é igual a lucros milionários (PILATTI; VLASTUIN, 2004).
    Podemos perceber que atualmente não é a mídia capitalista que se adéqua ao esporte, é o esporte que tem, por obrigação, que se adequar à mídia. Os eventos esportivos devem ser transmitidos sempre naqueles dias e naqueles horários previamente determinados, então os calendários e/ou tabelas de jogos e competições são feitos com bases nesses horários.
    Está na cobertura esportiva a chave para desmontar uma das charadas do jornalismo em televisão. (...) O telejornalismo promove – financia, organiza e monta – os eventos que finge cobrir com objetividade. É no esporte que esse fenômeno é mais transparente. (...) As técnicas jornalísticas, dentro das coberturas do esporte pela TV, são cada vez mais uma representação. Aquele espetáculo que aparece na tela não é uma notícia conseguida pela reportagem, mas uma encomenda paga (BUCCI apud PIRES, 2005, p. 115).
    A cada dia que passa, o esporte fica mais dependente da mídia e do dinheiro e vai deixando de lado suas características essenciais e benefícios para se adequar ao mundo capitalista. Ele vai ficando em segundo plano diante do que as pessoas julgam mais importantes: a vitória (a qualquer custo e usando até de meios ilícitos - doping), o dinheiro, o sucesso, a propaganda...
    Assim, a mídia exalta exacerbadamente o campeão e deixa de lado o competidor que não conseguiu obter êxito. Paralelamente, força-o a buscar a vitória custe o que custar (até usando meios ilícitos) para se enquadrar no modelo de esporte atual, onde apenas o campeão tem valor.
    Para concluir, observa-se que, à medida que os trabalhos de abordagem teórica crítico-reflexiva sobre as relações entre mídia e as diferentes manifestações da Educação Física vão se ampliando, diversificando e aprofundando, mais visível se torna a ausência e ainda mais necessária se faz a produção de estudos que formulem e experimentem propostas metodológicas de trato pedagógico sobre o tema (...) (BETTI; PIRES, 2005, p. 287).


Reflexões

    Acredito que devemos mudar nosso pensamento e a nossa cultura social em relação ao esporte. Como querer implantar esporte de rendimento numa população como a brasileira, onde a maioria da população é pobre e se alimenta mal? Alguns podem até dizer que isso é possível para os que têm condições. Então, nesta perspectiva, o esporte se tornará excludente.
    Devemos fornecer esporte para a população, primeiramente, como promoção da saúde e do bem-estar, como uma cultura de lazer. Posteriormente, poderemos pegar as pessoas que realmente querem e/ou se destaquem para treiná-las e para competirem. Por que devemos, necessariamente, desde a infância, treinar as pessoas para competir? Esse pensamento é apenas cultural!
    O Brasil é o segundo país do mundo em cirurgia de redução de estômago (perde apenas para os EUA), isso deve-se ao fato do número de obesos estar crescendo rapidamente. Por que não aproveitamos os benefícios da atividade física para a melhoria da saúde dessas pessoas? Ou para qualquer outro tipo de doença?
    A maioria da sociedade certamente não tem capacidade para entender e refletir sobre estas questões filosóficas envolvendo o esporte e sua relação com o mundo. Então a responsabilidade desse feito é e recai sobre os professores. Estes sim, têm, ou pelo menos deveriam ter, uma formação acadêmica de qualidade e crítica onde fossem capazes de entender esta e outras realidades e propor mudanças, entendendo o esporte como fenômeno sócio-cultural e sua relação com os aspectos econômicos, políticos e sociais. E por que isso não acontece?
    Por qual motivo, com todos esses problemas, continuamos a investir e admirar uma cultura esportiva apenas voltada para o rendimento e a competição? Vamos apenas afirmar que o esporte é um fator de inclusão social e ficarmos apenas no discurso? Até quando vamos ficar com o enredo pronto e o discurso vago de que o esporte serve para melhoria da qualidade de vida, do bem-estar, redução do estresse, etc, etc, etc, etc? Vamos continuar assim, sem fazer nada e fazendo de conta que não temos gravíssimos problemas sociais? Por que vamos continuar a sermos hipócritas e falar sobre uma Educação Física enquanto fazemos outra completamente diferente?
    Antes de tudo, é preciso que tenhamos pensamento crítico, que saibamos enxergar a realidade de maneira global e os vários aspectos que a influenciam. Sei que esse tema é amplo e não se esgota aqui, é preciso muitas reflexões e estudos sobre a área e, principalmente, é preciso que, nós professores, reflitamos em qual sociedade estamos inseridos e que sociedade queremos construir (ou reconstruir).

Internet é o 2º meio de consumir esporte



O crescimento cada vez maior da internet entre os brasileiros atinge o esporte. Essa mídia ganhou destaque na última década e já ultrapassou as tradicionais revistas como meio de obter informações esportivas. Segundo o levantamento, 44,12% dos homens entrevistados e 20,90% das mulheres afirmaram que buscam informações sobre esporte por meio da internet. As revistas, por exemplo, aparecem com 39,04% e 19,12%, respectivamente. "Nós percebemos que a internet cresce bastante, atingindo níveis altos de procura e utilização por parte do consumidor. Mais de 50% das pessoas declararam usar a internet diariamente. Desses, 80% declararam usar a banda larga como meio de acesso, o que é bem importante", afirma Rafael Plastina, idealizador do projeto. O crescimento da internet no país, principalmente no tempo médio que as pessoas passam online, também foi apontado no último levantamento realizado pelo Ibope Net/Ratings. Segundo o instituto, o mês de abril registrou 21 horas e 44 minutos por usuário da web, o que ficou caracterizado como um novo recorde. Mesmo com esses bons índices, a tendência é que a internet se torne cada vez mais uma plataforma vantajosa para as empresas que desejam atingir o público consumidor do esporte. "Que a internet vai crescer e evoluir é fato, mas quando jamais saberemos. Até porque a grande maioria dos jornais também tem as suas versões online. 
Eu acredito que tudo vá na direção de uma convergência de mídias", diz Platina, que completa: "A internet vai firmar sua posição no mercado e, consequentemente, como uma plataforma de investimento de comunicação das marcas. Com uma estratégia bem feita de comercialização de anúncios via internet, você pode hoje ter bons resultados. Mas é muito difícil dizer quando isso vai virar um grande boom. Temos que colocar o pé no chão, mas tentar tirar o melhor proveito possível desse dinamismo", destaca. Com esse crescimento da internet como fonte de informação e, também, com o aumento do acesso à banda larga, o esporte pode ganhar mais espaço na web. Segundo Plastina, a tendência é de que a disseminação da banda larga assegure aos investidores no esporte um aumento da transmissão de eventos esportivos pela internet. "A banda larga dá um maior dinamismo, as pessoas conseguem navegar, penetrar mais na rede. Consequentemente você, ao transmitir algum jogo, algum vídeo, tem uma oportunidade a mais de atrair o interesse dos investidores", finaliza.


(Original: http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/internet-e-o-2o-meio-de-consumir-esporte_1151.html#ixzz3EkKOJC8V)

A História do computador em minutos


Cronistas esportivos denunciam Aécio e sua ligação com corruptos do futebol

O candidato Aécio Neves, do PSDB, caso eleito presidente da República, não mudará a situação falimentar e corrupta do futebol brasileiro e corre-se o risco de Ricardo Teixeira voltar para a CBF. É o que acreditam os jornalistas Juca Kfouri e José Trajano, respeitados cronistas esportivos. Eles denunciam Aécio e sua ligação com corruptos do futebol, criticam o histórico político do candidato tucano e lamentam sua postura machista durante os debates na televisão. Reportagem Marilu Cabañas. (17/10/2014 18:01)

Surgimento da INTERNET



A rede mundial de computadores, ou Internet, surgiu em plena Guerra Fria. Criada com objetivos militares, seria uma das formas das forças armadas norte-americanas de manter as comunicações em caso de ataques inimigos que destruíssem os meios convencionais de telecomunicações. Nas décadas de 1970 e 1980, além de ser utilizada para fins militares, a Internet também foi um importante meio de comunicação acadêmico. Estudantes e professores universitários, principalmente dos EUA, trocavam idéias, mensagens e descobertas pelas linhas. da rede mundial.


Desenvolvimento da Internet 

Foi somente no ano de 1990 que a Internet começou a alcançar a população em geral. Neste ano, o engenheiro inglês Tim Bernes-Lee desenvolveu a World Wide Web, possibilitando a utilização de uma interface gráfica e a criação de sites mais dinâmicos e visualmente interessantes. A partir deste momento, a Internet cresceu em ritmo acelerado. Muitos dizem que foi a maior criação tecnológica, depois da televisão na década de 1950.
A década de 1990 tornou-se a era de expansão da Internet. Para facilitar a navegação pela Internet, surgiram vários navegadores (browsers) como, por exemplo, o Internet Explorer da Microsoft e o Netscape Navigator. O surgimento acelerado de provedores de acesso e portais de serviços on line contribuíram para este crescimento. A Internet passou a ser utilizada por vários segmentos sociais. Os estudantes passaram a buscas informações para pesquisas escolares, enquanto jovens utilizavam para a pura diversão em sites de games.
 As salas de chat tornaram-se pontos de encontro para um bate-papo virtual a qualquer momento. Desempregados iniciaram a busca de empregos através de sites de agências de empregos ou enviando currículos por e-mail. As empresas descobriram na Internet um excelente caminho para melhorar seus lucros e as vendas on line dispararam, transformando a Internet em verdadeiros shopping centers virtuais.
 
Nos dias atuais, é impossível pensar no mundo sem a Internet. Ela tomou parte dos lares de pessoas do mundo todo. Estar conectado a rede mundial passou a ser uma necessidade de extrema importância. A Internet também está presente nas escolas, faculdades, empresas e diversos locais, possibilitando acesso as informações e notícias do mundo em apenas um click
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A febre das redes sociais
 
A partir de 2006, começou uma nova era na Internet com o avanço das redes sociais. Pioneiro, o Orkut ganhou a preferência dos brasileiros. Nos anos seguintes surgiram outras redes sociais como, por exemplo, o Facebook e o Twitter.


Os sites de compras coletivas

A partir de 2010, um novo serviço virou febre no mundo da Internet. Conhecidos como sites de compras coletivas, eles fazem a intermediação entre consumidores e empresas. Estes sites conseguem negociar descontos para a venda de grande quantidade de produtos e serviços. Os consumidores compram cupons com 50% de desconto ou até mais. Os sites que mais se destacam neste segmento são: Peixe Urbano e Groupon.


Você sabia?
- Os browsers (navegadores de Internet) mais usados na atualidade são:
- Internet Explorer
Firefox
Google Chrome